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  • Lucas Resende Toso

Metroidvanias pra ficar de olho em 2024

Celeste 2, animais bugados, o fim de Momodora, faroeste espacial, mundo dos sonhos e outros metroidvanias brasileiros



A bela arte da exploração vai-e-volta chega pesadíssima em 2024. Aqui no Brasil teremos jogos que lembram mecanicamente tanto os Metroid quando os Castlevania dos "metroidvanias", mas que sobram em originalidade e carisma.


Do novo jogo da galera do Celeste ao desfecho da série Momodora, passando por animais bugados e o mundo dos sonhos, bora conferir esses metroidvanias brasileiros e colocar todo mundo na sua lista de desejos da Steam.



Encerrando essa série histórica que vem lá de 2010, Moonlit Farewell é o ápice de mais de dez anos de crescimento do estúdio Bombservice. O jogo tem uma arte absurdamente linda e um sistema de sinos que permite alta personalização do estilo de jogo.


Momodora te coloca no controle da melhor sacerdotisa da Vila Koho pra combater demônios e mais demônios em busca do filho da mãe que toco um sino do capeta.



É sempre gratificante lembrar que metade da EXOK Games é brasileiríssima. Depois de nos presentear com a pedrada que é Celeste, o estúdio agora conta a história de Névoa - uma "enigmática filha do Destino que volta à Terra depois de muito tempo".


Earthblade troca o controle de alta precisão de Celeste por um combate em plataforma e estrutura de exploração vai-e-volta pra gente sair em busca dos mistérios desse mundo feito com uma pixel art lindíssima e com aquela qualidade de design de fases que a gente já conhece da EXOK. Impossível não estar animado.



Depois de Dreaming Sarah e Wishing Sarah, chegou a vez da Sarinha despertar. Bem, nem tanto. Em Awakening Sarah vamos explorar o plano dos sonhos da protagonista, com representações de seus medos, desejos e memórias mais profundas.


O jogo mistura estilos gráficos diferentes em fases que vão de florestas sombrias a lugares alagados e cemitérios de remédios. Com um mundo não-linear, Sarah pode encontrar objetos cotidianos que vão ajudar na exploração, tipo um isqueiro pra abrir matas, um guarda-chuva pra cair devagar e uma tesoura.



Inspirado nos Castlevanias antigos, Darkest Abyss tem tudo que o gênero gosta: exploração vai-e-volta, mundo de fantasia sombria, chicote estalando e caçadores de demônios bem estilosos.


O novo jogo da 2ndBoss traz quatro personagens com armas e especiais diferentes que você pode alternar em tempo real durante a jogabilidade pra enfrentar os monstros e os desafios da melhor maneira possível.



Um caos delicioso de se jogar, Dimensional Animals nos coloca em uma das missões mais nobres já feitas: recuperar a bolinha do cachorro pra ele devolvê-la pro seu dono jogar de novo.


E como fazer isso? Com animais cientificamente superpoderosos, óbvio. Partindo de um cachorro que se teletransporta, o jogador vai ter que explorar dimensões de um mundo aberto colorido e vibrante em busca dos outros bichinhos bugados e seus poderes diferenciados.



O "Metroid brasileiro" não só se inspira nos clássicos pra trazer um combate intenso que mistura tiro e porrada, exploração vasta e gráficos realistas, como também vai na mesma linha pra protagonista.


Em Mars 2120, a Sargento Anna Charlotte precisa explorar a primeira base humana em Marte pra tentar descobrir o que acabou dando errado. No meio do caminho: robôs corrompidos, monstros alienígenas e um bocadinho interessante de mistérios sombrios.



Sophie é um dos jogos da lista de demos que joguei e me fez decidir criar o Controles lá no fim de 2021. Além de uma arte lindíssima que mistura texturas mais realistas com uma pixel art incrível pra criar um mundo infantil, mas sombrio, o jogo também tem um combate e exploração profundos e instigantes.


Com um mundo aberto e muitos personagens pra conhecer, Sophie precisa enfrentar as sombras pra descobrir o porque dela ser a única - ou uma das únicas - a ser imune à doença incurável que abala seu universo.



Se você viu esse trailer aqui e não pensou em Hollow Knight tu tá é maluco. Seedless Light cria um mundo sombrio e melancólico, mas muito bonito, e junta exploração e combate complexo numa história intimista de fantasia fantástica.


Aqui você também é um receptáculo frágil enfrentando monstros mais parrudos do que você ao som de uma trilha imersiva e marcante sob a ameaça constante de tomar um tapão e falecer. Coisa linda.



Único jogo top-down dessa lista, On Life and Living conta a história de um velho xerife que precisa recuperar a ordem em uma colônia espacial que mistura faroeste com épico espacial.


Com uma narrativa contada através de histórias em quadrinho, o jogo tem progressão livre pro jogador explorar a colônia enfrentando criaturas espaciais, melhorando seus equipamentos e fazendo um bico de caçador de recompensas paralelamente.



Depois do primeiro Kalinur lançado em 2023, o Ronan agora tá cozinhando um novo episódio da série, com gráficos mais apurados, cenários mais bonitões e mecânicas mais fluidas.


Ainda sem uma divulgação oficial, a gente pode acompanhar as atualizações que o desenvolvedor publica em suas redes sociais e dá pra ver que o negócio vai vir quente.



Fezuki é um metroidvania com sistema de morte peculiar. Quando você morre pela primeira vez vai parar no Mundo dos Mortos, uma área jogável em que você realiza trabalhos pra deusa Morthy em troca de uma nova vida.


O jogo é cheio de quebra-cabeças e combates contra hordas de criaturas com um visual 2.5D cheio de referências a quadrinhos.

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